Uma Reflexão Profunda sobre Família e Inclusão em “Meu Filho, Nosso Mundo”

Dirigido por Tony Goldwyn e produzido pela Diamond Filmes, “Meu Filho, Nosso Mundo”, estréia dia 15 de agosto nos cinemas, destacando a importância da família e da inclusão na sociedade, evidenciando a persistência do preconceito.


O filme acompanha a vida do comediante Max Bernal, que volta a morar com seu pai após o fim do casamento com Jenna. Juntos, eles são pais de Ezra, um menino de 11 anos diagnosticado com autismo, que busca sua felicidade e aceitação.

Um ponto positivo do longa é a forma sensível com que aborda o tema, tocando profundamente o espectador e ressaltando a relevância dessa narrativa no ambiente familiar e escolar.

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, há atualmente um caso de autismo a cada 110 pessoas.

A luta dos pais por respeito e inclusão é constante, mas o preconceito ainda existe, revelando que o amor e a empatia nem sempre são valorizados.

Tony Spiridakis, roteirista do filme e pai de Max, um jovem com autismo, trouxe sua experiência pessoal para a produção, destacando a importância de explorar essa história no cinema.

A trama oferece uma reflexão valiosa para pais sobre como lidar com o aspecto autista, resaltando a necessidade do acolhimento e  adaptação dentro do núcleo familiar.

As atuações de Bobby, Rose Byrne e Robert De Niro são excepcionais, cada cena e diálogo tocam o espectador, que se vê ansioso pelo desfecho do filme.

Goldwyn expressou suas expectativas para o filme: “Eu espero que todas as pessoas encontrem uma parte delas nessa história emocional e sejam movidas por ela. Pode ser confuso tentar ser uma família, mas essa é a beleza e a alegria disso.”

Vale a pena assistir e entender a importância do assunto em nossa geração. Juntos, podemos superar o preconceito e lutar pelos direitos de todos, incluindo os autistas.

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