Mufasa: Um Novo Capítulo para o Rei Leão


Dirigido por Barry Jenkins e distribuído pela Disney Pictures, “Mufasa: O Rei Leão” já está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil.

O prólogo do live-action de O Rei Leão apresenta a história de Mufasa e Scar antes do nascimento de Simba. Narrado por Rafiki, com a participação de Timão, Pumba e Kiara, filha de Simba e Nala, o filme explora as origens do futuro rei.

A trama começa com Mufasa, que perde os pais e se encontra órfão e sozinho. Ele é resgatado por Taka, um jovem leão que sonha em ter um irmão e é herdeiro da linhagem real. Contudo, a chegada de um grupo perigoso de leões ameaça a segurança da alcateia, forçando Mufasa e Taka a fugirem. Durante a jornada, eles encontram aliados, enfrentam desafios e têm sua lealdade colocada à prova. Quem será o verdadeiro Rei Leão, e quais concessões serão feitas para alcançar o trono?

Esse encontro inesperado dá início a uma jornada de amizade e sabedoria. Juntos, com novos amigos, eles embarcam em uma aventura emocionante rumo a uma terra desconhecida e cobiçada por todos.


A história oferece uma oportunidade única de explorar diferentes facetas dos heróis e vilões, aprofundando suas relações e dinâmicas. Com músicas marcantes compostas por Lin-Manuel Miranda – conhecido por sucessos como Hamilton, Moana e Encanto –, a trama gradualmente revela sua essência, conquistando o público de forma envolvente.

Nos Estados Unidos, o filme liderou as bilheterias no Natal, superando Sonic 3 e Nosferatu. Até 25 de dezembro, arrecadou US$ 14,7 milhões, consolidando o sucesso dos live-actions da Disney.

“Mufasa: O Rei Leão” apresenta uma grande vantagem sobre a regravação em computação gráfica de 2019 e até mesmo sobre o clássico animado de 1994. Com uma combinação de closes bem executados e ótimos enquadramentos, o filme emociona o público que o assiste nos cinemas.


Entre os destaques do longa estão a narrativa cativante e a construção emocionante da história de Mufasa, apresentada por meio de flashbacks que adicionam um toque especial à produção. Outro ponto positivo é o CGI impecável, que traz os personagens e a natureza à vida com um nível de detalhamento que prende a atenção do espectador do início ao fim.

Por outro lado, uma crítica vai para o protagonismo de Taka, que conduz boa parte da história, dando a impressão de que, sem ele, a trama não se sustentaria. Além disso, o filme retrata um Mufasa menos empático, evidenciando sua dificuldade em oferecer apoio e reconhecimento ao irmão, que busca incessantemente sua aprovação.

Apesar de algumas falhas, a sequência se destaca por sua abordagem interessante. O avanço tecnológico, aliado à direção competente, contribui para que o espectador supere as ressalvas deixadas pelo longa de 2019.

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