“Jurassic World: Recomeço”: O Retorno dos Gigantes às Telonas

Dinossauros sempre cativaram o público nas telonas, e “Jurassic World: Recomeço” não é exceção, já em exibição nos cinemas de todo o Brasil. O longa mergulha afundo na busca por novas criaturas, expondo como a ambição humana pode ser intensificada pela busca incessante por lucro.


Na trama, uma equipe de agentes altamente treinados viaja para uma instalação de pesquisa remota, em uma ilha, com o objetivo de obter DNA crucial para salvar dinossauros. À medida que a missão secreta se torna progressivamente perigosa, eles se deparam com uma descoberta chocante e sinistra, guardada em segredo por décadas.


Um dos destaques do filme é a presença marcante de Scarlett Johansson. A atriz americana de 40 anos, estrelando como protagonista, ilustra como o amadurecimento e uma visão mais atenta à natureza, podem mudar qualquer destino.

O elenco conta ainda com talentos como Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise, David Iacono, Audrina Miranda, Philippine Velge e Bechir Sylvain, que juntos embarcam nesta emocionante jornada jurássica.


Com um robusto orçamento de produção de US$ 180 milhões e uma campanha de marketing que superou os US$ 330 milhões, “Jurassic World: Recomeço” é uma produção de grande escala. O diretor Gareth Edwards, conhecido por dirigir sucessos como “Godzilla” (2014) e “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016), traz sua visão única para este novo capítulo.

Pela primeira vez em sua carreira, Edwards filmou em 35 mm, utilizando lentes anamórficas da Panavision para alcançar o formato 2.39:1 de maneira analógica.


O roteirista renomado David Koepp, responsável por clássicos como o primeiro “Jurassic Park”, “Missão: Impossível” e “Homem-Aranha”, reassume sua função em “Jurassic World: Recomeço”, garantindo a conexão com as raízes da saga.


Entretanto, um ponto que poderia ser melhor explorado é o desfecho de Duncan Kincaid (Mahershala Ali). Sua inexplicável sobrevivência a um ataque, sem justificativas claras, torna o final morno e sem graça.


A trilha sonora, criada por Alexandre Desplat, apresenta um elemento distintivo: uma das faixas conta com um solo de clarinete interpretado por Jonathan Bailey, que dá vida ao paleontólogo Henry Loomis.

Vale muito a pena conferir “Jurassic World: Recomeço” nos cinemas! Além de evocar nostalgia, o filme oferece um roteiro bem construído e proporciona uma dose intensa de adrenalina, sendo uma excelente opção para os fãs da franquia.

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