
Imagina ser transportado para um mundo desconhecido e descobrir que apenas um grande feiticeiro pode realizar seus desejos. Esse é o ponto de partida de “O Maravilhoso Mágico de Oz – Parte 1”, dirigido por Igor Voloshin, que ganha uma nova adaptação para os cinemas, repleta de encantamento e grandes surpresas.
Na trama, levada por um furacão a um mundo mágico, Ellie decide seguir a estrada de tijolos amarelos rumo à Cidade Esmeralda, onde acredita que o poderoso Mágico poderá ajudá-la a voltar para casa. No caminho, ela encontra grandes amigos: o Espantalho, que sonha em ter um cérebro; o Homem de Lata, que deseja um coração; e o Leão Covarde, que busca coragem.
Com um elenco estelar composto por Sofya Lebedeva (“Ellie”), Sergei Malikowitsch, (“Espantalho”), Dmitry Chebotarev (“Leão Covarde”), Yuliya Aleksandrova (“Totoshka”) e Svetlana Khodchenkova (“Bastinda”), a trama consegue emocionar o público, transportando os espectadores para um mundo repleto de coragem, autodescoberta e identidade.
A trilha sonora do filme é composta por canções originais, criadas para estabelecer uma conexão profunda com os personagens e dar um clímax único à experiência cinematográfica. A música não apenas complementa as emoções dos protagonistas, mas também intensifica os momentos-chave da história, trazendo ainda mais imersão para a narrativa.

Antes de “O Maravilhoso Mágico de Oz – Parte 1″, a história já ganhou outras versões memoráveis, incluindo a icônica adaptação de 1939 estrelada por Judy Garland. No entanto, essa nova versão se diferencia ao dar mais ênfase ao crescimento dos personagens e trazer uma abordagem visual moderna, sem perder a essência encantadora do clássico.
A vilã Bastinda, interpretada por Svetlana Khodchenkova, faz de tudo para recuperar os sapatinhos de sua irmã e perseguir os protagonistas. Sua atuação é contida e sofisticada, entregando uma rainha ameaçadora sem precisar apelar para gestos exagerados.
Se o Mágico de Oz tivesse um papel mais destacado, a trama poderia ganhar mais profundidade. Sua história merecia mais atenção, já que é ele quem simboliza os sonhos e desejos dos personagens, tornando a jornada ainda mais envolvente.
Além do visual encantador, o filme acerta ao construir um universo cativante. Os efeitos visuais e a direção de arte são um espetáculo à parte, trazendo um novo brilho para a clássica estrada de tijolos amarelos e para a Cidade Esmeralda.

Um dos pontos altos do filme é que ele não entrega um roteiro forçado. A narrativa é envolvente e moderna, mantendo o público cativo do início ao fim.
Vale a pena conferir “O Maravilhoso Mágico de Oz – Parte 1” nos cinemas? Sem dúvida! O longa emociona o espectador ao misturar magia, drama e o poderoso tema da amizade, proporcionando uma experiência inesquecível.